Garrafas de vinho, cerveja, champagnhe e qualquer outra bebida são bem-vindas na decoração. Recicle e use a criatividade para ter arranjos sensacionais em casa, gastando pouco!
Imagens Casa & Jardim
As garrafas também ficam ótimas para colocar velas... mas, pra criar um efeito legal é necessário ter paciência...fazer muitas festas e jantares para a cera cobrir de modo interessante as garrafas!
Sabe aquela jarra esquecida em cima do armário? Ou aquele bulê que quebrou a tampa e já não tem utilidade? Transforme-os em vasos! Simples, barato e charmoso!
Além da Mostra Internacional de Cinema que está rolando em Sampa, um outro projeto sensacinal, mas não tão divulgado, acontece por aqui até o dia 13 de dezembro. É a campanha “Vá ao Teatro” que reduziu o preço dos ingressos de mais de cem espetáculos espalhados pela cidade para apenas R$ 5. "A campanha foi um sucesso no ano passado. Nós conseguimos levar pessoas que não estão acostumadas com isso. Trata-se de um projeto de popularização e criação de público", diz o diretor artístico da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APPA), Mário Masetti.
Entre os espetáculos participantes da campanha estão "O Homem Inesperado", com Paulo Goulart e Nicete Bruno; "Cloaca", dirigido por Eduardo Tolentino de Araújo; "A Música Segunda", de José Possi Neto; "As Pontes de Madison", com os atores Marcos Caruso e Jussara Freire; além de clássicos infantis como "Chapeuzinho Vermelho" e "Os Saltimbancos".
Nos dias 23 e 24/10 acontece o BOOM-SP, Fórum Internacional de Arquitetura, Design e Arte, que reunirá designers, arquitetos, publicitários, empresários, lojistas e meio acadêmico, nacionais e internacionais, para uma discussão sobre o futuro e a diversificação nos segmentos da arquitetura, design e arte e seu impacto nas novas formas de tecnologia, consumo e comportamento.
O evento contará com painéis de discussão, lounge com mostras de vídeos e curtas, transmissão ao vivo para estudantes, e o espaço "Exhibition", que abrigará obras e produtos dos palestrantes do fórum.
Entre os principais nomes do Boom-SP estão Adélia Borges, Marcio Kogan, Ruy Ohtake, Sérgio Fahrer, Mario Queiroz, Fanny Haim, Christian Hallot e José Marton.
Obras de Hélio Oiticica, o artista plástico brasileiro de maior projeção internacional, anarquista e dono da “voz” mais radical e liberal que emergiu na cena cultural do pós-guerra se perdem em incêndio e faz surgir novo debate sobre como o país administra suas coleções e acervos culturais.
Um incêndio na casa em que morou o artista (1937 – 1980), no Rio de Janeiro, destruiu mais de mil itens da coleção. É mais um fato que mostra como é frágil a relação entre o público e o privado.
Em nota divulgada à imprensa, Jandira Feghali, secretária municipal de Cultura do Rio de Janeiro, pediu a apuração das causas do incêndio e afirmou que tentava levar o acervo do artista novamente para o Centro Hélio Oiticica, mas “(...) apesar de nossos esforços, não conseguimos trazê-lo de volta, em regime de comodato”.
Feghali criticou diretamente o curador do Projeto Hélio Oiticica e sobrinho do artista, César Oiticica Filho: "Na minha opinião, nós perdemos um acervo por uma atitude fechada do herdeiro. Meu lamento é profundo, até porque tentamos que fosse de outro jeito. Eu pessoalmente conversei com o sobrinho dele para a gente ter a cessão do acervo para o Centro Hélio Oiticica, por comodato. A gente não tem orçamento para comprar US$ 200 milhões. Poderiam não ceder todo o acervo, mas uma parte. Há que haver uma nova forma de lidar com isso e aí é uma legislação nacional".
Segundo a secretária, falta um marco regulatório no País que dê maiores condições ao Estado de dar acesso público e cuidar de obras de artistas mortos. Pela legislação atual, as obras são propriedade privada dos herdeiros dos artistas e seu uso depende de autorização deles.
Independente da briga entre a família do artista e a Secretaria da Cultura do Rio de Janeiro, mais uma vez aparece de forma trágica à maneira como o país administra seus acervos culturais. Entre roubos bizarros em museus brasileiros, brigas entre famílias e o Estado, propostas nefastas do governo, criação de museus-fantasmas (aqueles que existem só no papel)... a nossa história e cultura continua se perdendo e sendo desvalorizada. E pior, quando colecionadores (lembrar do caso Adolpho Leirner) vendem para fora suas coleções surgem protestos e todo mundo cai matando...vale frisar que, pelo menos, lá fora o “nosso patrimônio cultural” é valorizado e conservado.